A Paraíba é o terceiro estado mais violento do Brasil, Cabedelo a segunda cidade com mais homicídios por habitantes e João Pessoa a segunda capital onde mais se mata no país. São os dados de uma matéria publicada no Jornal Estadão, baseado nos dados do DATASUS do governo Federal.
Confira na íntegra
Bruno Paes Manso ENVIADO ESPECIAL / JOÃO PESSOA - José Roberto de Toledo e Amanda Rossi
O estudante Lucas, de 17 anos, recebeu um chamado no celular às 10h45 de anteontem no bairro Colinas do Sul, periferia de João Pessoa, na Paraíba, a 25 km da orla turística de Cabo Branco e Tambaú. Pegou a bicicleta e pedalou por cerca de 1 km em estrada de terra, até ser atingido à queima-roupa por três disparos. Caiu em uma arapuca e morreu perto das 11 horas.
Policiais civis que chegaram ao local, meia hora depois, ainda ouviram dos familiares que Luquinha era simpatizante da gangue O Kaida (corruptela de Al-Qaeda), formada dentro dos presídios paraibanos em 2004. Ele vinha sendo ameaçado por jovens da gangue rival, Estados Unido (sic), cujos integrantes moram no bairro vizinho de Gervásio Maia. A rivalidade entre os grupos hoje já se reproduz por quase todo o Estado. “Uma das hipóteses é de que ele tenha sido morto por causa da disputa local pelo tráfico”, explica o delegado Luiz de Cerqueira Cotrim Neto, da Delegacia de Homicídios. O corpo de Lucas chegou ao IML às 14 horas.
O número de homicídios na Paraíba cresceu 55% entre 2008 e 2011, a maior alta do País. O Estado é o terceiro do Brasil entre os mais violentos, atrás de Alagoas e Espírito Santo, superando Pará, Bahia e Pernambuco. Os números foram compilados pelo Estadão Dados, com base no DataSus. O período coincide com o crescimento da venda de crack nas periferias.
Cabedelo, cidade portuária de 59 mil habitantes na região metropolitana de João Pessoa, registrou 79 assassinatos em 2011 - sua taxa de homicídios chegou a 134 por 100 mil habitantes, a segunda do Brasil e uma das maiores do mundo. Já João Pessoa é a segunda capital brasileira mais violenta, atrás apenas de Maceió. O Estado reflete um problema de toda a Região Nordeste, que já é a mais violenta do País, com 36 homicídios por 100 mil habitantes em 2011 - dados mais recentes.
Para tentar entender a dinâmica dessa epidemia de homicídios, o Estado passou quatro dias entre João Pessoa e Cabedelo. Chegou na quarta-feira, com a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, que participou de uma audiência pública e acabou tendo de ouvir diversos pedidos de ajuda. Grupos do movimento LGBT denunciavam homicídios. Já o cacique geral do Povo Potiguar, Sandro Gomes Barbosa, afirmou que dois caciques foram mortos recentemente e dizia que estava sendo ameaçado por causa do tráfico e disputas de terra. E a advogada Laura Berquó, presidente da Comissão de Igualdade Racial e Liberdade Religiosa da OAB, registrava o homicídio de três pais de santo. “Mais do que a religião, pesa o fato de serem negros e pobres, grupos com a maioria das vítimas da violência.”
Engrenagem. Nos últimos cinco anos, diferentes focos de conflitos homicidas se intensificaram na Paraíba, com a tolerância ou até o incentivo de instituições estaduais. A pistolagem e os assassinatos de aluguel, tradição dos tempos do coronelismo, se modernizaram e passaram a produzir lucros elevados, infiltrando pilares sólidos nas polícias locais.
Foi o que mostrou as investigações da Operação Squadre, desencadeada pela Polícia Federal em novembro de 2012, que levou à prisão de 39 pessoas, entre policiais militares, civis e agentes penitenciários. O Estado teve acesso à íntegra da denúncia.
Foram acusados três núcleos principais. Um deles comandado por oficiais da PM que organizavam a segurança privada do comércio local. Outro era formado por um grupo de extermínio, autor de diversas mortes, muitas delas cometidas contra presos em regime semiaberto que chegavam ou saíam dos presídios. Mas também morreram mulheres grávidas e crianças.
O terceiro extorquia dinheiro de traficantes, além de negociar armas com bandidos. “Ao contrário do que os outros pensam, as milícias não são realidade só do Rio. É uma realidade nacional. É preciso criar controles mais efetivos para coibir essas ações policiais”, diz o secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Claudio Coelho Lima.
Crack. O tráfico também se espalhou pelas periferias locais graças à chegada do crack, expansão que acabou incentivada pela rivalidade entre facções territoriais. A O Kaida surgiu em 2004, na Penitenciária de Segurança Máxima Geraldo Beltrão (conhecida como Presídio do Roger). O detento Neguinho do Roger conseguiu importar uma granada que explodiu no presídio e feriu ao menos dez presos. “Sou o Bin Laden. Sou o Iraque. Eles diziam em tom de piada. Acabou criando a O Kaida. E os rivais, viraram Estados Unido”, explica Ednaldo Correa, que foi diretor de 11 presídios paraibanos.
Essa rivalidade saiu de trás dos muros para os bairros e cidades paraibanas. Em abril de 2010, Cabedelo viu uma das lideranças locais da O Kaida, Fatoca, tentar monopolizar o comércio de drogas na cidade. Bandana, dos Estados Unido, defendia sua fatia comercial. O desequilíbrio no mercado e as balas decorrentes levaram a cidade a se tornar a segunda mais violenta do Brasil.
“Conseguimos reduzir a criminalidade nos últimos dois anos prendendo os principais matadores locais”, diz o major Carlos Roberto da Silva Sena, que assumiu o comando da Polícia Militar em 2011. Na tela do computador, ele tem a foto de mais de 100 criminosos, entre eles a de Ni, que tatuou um cemitério nas costas: sete cruzes para cada assassinato cometido
do clickpb
segunda-feira, 8 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
Garota Safada encerra o Maior São João do Mundo em Campina Grande
Após 30 dias de festa a 30ª edição do 'Maior São João do Mundo' em Campina Grande, será encerrada hoje à noite. Mais de 300 atrações passaram pelo Parque do Povo, aproximadamente mil horas de forró.
Na última noite, para fechar com chave de ouro a banda Garota Safada animam os forrozeiros.
Haverá a apresentação de 16 atrações musicais, incluindo artistas solos, bandas e trios de forró.
No palco principal, terá shows com os 3 do Nordeste, Ranniery Gomes e o irreverente Genival Lacerda.
Na última noite, para fechar com chave de ouro a banda Garota Safada animam os forrozeiros.
Haverá a apresentação de 16 atrações musicais, incluindo artistas solos, bandas e trios de forró.
No palco principal, terá shows com os 3 do Nordeste, Ranniery Gomes e o irreverente Genival Lacerda.
sábado, 6 de julho de 2013
Telexfree e outras 8 empresas são investigadas por suspeita de pirâmide
Já são nove as empresas investigadas pelos Ministérios Públicos do país por suspeita de formação de pirâmide financeira, segundo levantamento da Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor (MPCON).
Embora o caso mais conhecido seja o da Telexfree, cujas atividades foram suspensas pela Justiça do Acre, o país tem registrado nos últimos meses um "boom" de empresas que têm entrado no mercado se valendo de estruturas com "fortes indícios" de pirâmide e "golpe", afirma o promotor de Goiás Murilo de Moraes e Miranda, presidente da MPCON.
"Até quinta-feira eram oito as empresas investigadas. Agora já são nove", diz Miranda, em entrevista ao G1. Segundo ele, os inquéritos e procedimentos administrativos começaram a ser abertos há cerca de quatro meses. O promotor não quer adiantar, entretanto, os nomes das empresas investigadas.
"O esquema de pirâmide existe há mais de 60 anos. A diferença agora está na velocidade que estas redes aparecem e se expandem entre cidades e estados. Com a internet e a publicidade virtual, atingiu parâmetros que não passavam nem próximo do que estamos vendo", explica.
MP estuda novos pedidos de suspensão
Por enquanto, a única ação judicial julgada foi a apresentada pela MP do Acre contra a Telexfree, com abrangência nacional. O presidente da MPCON afirma, entretanto, que outras empresas devem ser alvo de denúncia à Justiça.
"Para os casos que a aparência de pirâmide se constatar, as medidas deverão ser as mesmas pedidas no Acre: suspensão das atividades e bloqueio de bens para tentar e ressarcir os consumidores", diz Miranda. "Os Ministérios Públicos estão preparados caso houver alguma reversão da decisão do Acre para ingressarem em seus estados com o mesmo pedido contra a Telexfree", acrescenta.
Crime contra a economia popular
O promotor lembra que, pela legislação brasileira, a prática de pirâmide financeira se configura crime contra a economia popular. A lei n° 1.521, de 26 de dezembro de 1951, estabelece pena de 6 meses a 2 anos de prisão, além de multa, para o crime de "obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos ("bola de neve", "cadeias", "pichardismo" e quaisquer outros equivalentes)".
"Num esquema piramidal, a base sustenta quem está no topo. Ou seja, quanto mais a rede cresce, mais gente vai perder dinheiro a custa de um golpe de captação da poupança popular, com a venda de algo que, na prática, não existe", explica o presidente da associação de promotores.
As empresas sob alvo do MP também são investigadas por suspeita de outros crimes relacionados como lavagem de dinheiro e remessa para o exterior.
O MPCON está elaborando uma minuta de projeto de lei para transformar a pirâmide financeira em crime contra a ordem econômica e aumentar a pena para até 5 anos de reclusão, com a possibilidade ainda de agravante de mais um terço em caso de utilização de publicidade na internet.
Empresas negam pirâmide e pedem regulamentação
A Telexfree nega a prática de pirâmide financeira ou de qualquer ilegalidade. A empresa afirma praticar o chamado marketing multinível ou de rede. "Já faz um ano que a empresa está sendo investigada, mas a questão é que não há no país uma legislação que trate de marketing de rede. Por isso, exortamos que o Congresso legisle sobre esta matéria", afirma ao G1 o advogado da empresa, Horst Fuchs.
Segundo ele, "a venda de pacotes de telefonia VoIP conta com a indicação de consumidores que são remunerados à exata medida de novos consumidores" e que "a recompensa é resultado da indicação e não da adesão". "O marketing multinível, quando remunera sobre o consumo e não sobre o valor das adesões, não configura, obviamente, uma pirâmide financeira", argumenta.
A empresa BBom, que em três meses já reuniu mais de 200 mil associados e que também é alvo de investigação do MP, nega a prática de pirâmide ou de qualquer ilegalidade. Segundo o diretor de marketing da empresa, Ednaldo Bispo, é preciso "separar o joio do trigo" e distinguir a pirâmide do marketing multinível.
"A gente entende a preocupação do MP, mas não queremos a nossa imagem associada a modelos que estão sendo alvo de questioanemento. Pirâmide vende dinheiro e não produto e serviço como é o nosso caso", diz o diretor da empresa de rastreadores veiculares. "Também vendo rastreador porta a porta. Nosso negócio não vem da entrada de pessoas, mas da prestação de serviço", acrescenta.
Como a Telexfree, a empresa defende uma regulamentação do modelo de negócio. "Faltam parâmetros sobre o que é de fato marketing multinível. Por isso seria importante uma regulamentação", afirma o porta-voz da BBom.
O MPCON não vê, entretanto, qualquer necessidade de regulamentação complementar para o marketing multinível. "Quando é pirâmide e golpe dá para perceber facilmente, pois não há objeto de venda, só aparência. O que importa é a circulação de dinheiro", afirma Miranda.
Como identificar pirâmides
Para a Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD), as regras atuais e o código de autoregulamentação do setor são suficientes para diferenciar a pirâmide do modelo multinível, cuja atividade é e praticada por diversas empresas no país como Amway e Herbalife.
"Reglamentação é o que não falta. O problema é que a grande maioria dos esquemas de pirâmide transvestem de marketing multinível para iludir o possível revendedor", afirma a diretora-executiva da associação, Roberta Kuruzu.
As empresas Telexfree e BBom não estão entre as 32 associadas à ABEVD.
Roberta explica que a grande maioria das empresas de venda direta do país se utiliza de algum mecanismo de marketing multinível, oferecendo aos associados a possibilidade de ganhos complementares por meio da captação de novos revendedores. Ela ressalta, porém, que os ganhos são proporcionais ao esforço empreendido, com recolhimento de imposto e garantia de devolução dos recursos financeiros.
As empresas associadas à ABEVD comprometem-se a cumprir e difundir os códigos de ética e de conduta baseados no modelo mundial da World Federation of Direct Selling Associations (WSDSA), que estabelece, por exemplo, a oferta de modelos sustentáveis de negócio e que os ganhos estejam atrelados a venda de produtos ou serviços cujos preços encontrem correspondência aos similares do mercado.
A associação orienta, no entanto, que o mais importante é sempre desconfiar de qualquer oferta de "dinheiro fácil" ou de "ganhos astronômicos" em curto espaço de tempo.
"Quem que não quer ficar em casa sem fazer nada, só ligando para os amigos e convidando para entrar?", diz Roberta, acrescentando que, em muitos casos, entrar em um negócio deste tipo é "pedir para ser enganado"
quinta-feira, 4 de julho de 2013
OS BRASILEIROS QUEREM ELE PARA PRESIDENTE

Enquanto isso, depois dos protestos de rua, políticos de todos os partidos, por todos os estados e em todos os despencam nas pesquisas de popularidade. Mas, a de Joaquim Barbosa vai de vento em popa. E olha que ele nem é político!
Na corrida pela sucessão presidencial, está em terceiro lugar, empatado com Aécio Neves, atrás só de Dilma e de Marina Silva. E olha que ele não é candidato, nem quer ser! Pelo menos é o que diz.
A campanha do ministro nas redes sociais está quente! Os internautas querem Barbosa presidente.
Apesar de não estar na política, a política está nele. Nos últimos dias, o ministro defendeu o voto distrital, o recall dos eleitos, as candidaturas avulsas... Parece até presságio!
E se é verdade que a boca fala do que o coração está cheio, Barbosa nega, com os lábios, suas segundas intenções
do blog da RACHEL SHEHERAZADE
Cabo rompido deixa bairro nobre de João Pessoa sem energia elétrica
Oito semáforos estão sem funcionar desde a manhã desta quinta-feira (4), no bairro de Tambaú, em João Pessoa. De acordo com a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), os oito semáforos estão parados por falta de energia. A concessionária de Energia Elétrica da Paraíba, Energisa, informou que o cabo de um transformador se partiu e precisou ser consertado.
De acordo com moradores do bairro, alguns prédios estão sem luz desde as 6h desta quinta. No entanto, através de nota, a Energisa informou que o problema teve início por volta das 11h e que a previsão de término do serviço e de normalização dos semáforos era para as 13h. Mas até o fechamento desta notícia, às 13h36, a luz ainda não havia voltado no bairro.
A Semob está com agentes no local para disciplinar o trânsito no local. A porção mais prejudicada é a das interseções entre as ruas Paulino Pinto e avenida Nossa Senhora dos Navegantes, com cinco semáforos desligados. Na rua Helena Meira Lima, são três deles. Mesmo com o tráfego tranquilo, a Semob pede que os motoristas evitem a área
do g1
De acordo com moradores do bairro, alguns prédios estão sem luz desde as 6h desta quinta. No entanto, através de nota, a Energisa informou que o problema teve início por volta das 11h e que a previsão de término do serviço e de normalização dos semáforos era para as 13h. Mas até o fechamento desta notícia, às 13h36, a luz ainda não havia voltado no bairro.
A Semob está com agentes no local para disciplinar o trânsito no local. A porção mais prejudicada é a das interseções entre as ruas Paulino Pinto e avenida Nossa Senhora dos Navegantes, com cinco semáforos desligados. Na rua Helena Meira Lima, são três deles. Mesmo com o tráfego tranquilo, a Semob pede que os motoristas evitem a área
do g1
Trio faz arrastão em restaurante da orla do Cabo Branco e leva R$ 15 mi

O restaurante Capitão Lula, localizado a beira mar da praia de Cabo Branco, em João Pessoa, foi assaltado na tarde desta quinta-feira (4), por três homens armados. O prejuízo para clientes e estabelecimento é de aproximadamente R$ 15 mil, conforme informou José Luiz, funcionário do restaurante.
Ainda de acordo com José Luiz, os assaltantes – aparentando serem menores de idade - chegaram a pé pela orla e quando entraram no restaurante anunciaram o assalto. “Eles estavam com revólveres. Na hora do crime apenas 3 mesas estavam ocupadas. O trio, que tinha a aparência de ser adolescentes, roubou dinheiro e objetos dos clientes e todo o apurado do caixa”.
O funcionário do estabelecimento informou que os assaltantes fugiram sem deixar pistas. “Fiquei sabendo que um carro estava esperando por eles nas imediações do restaurante”, disse José Luiz informando que durante o assalto os criminosos estavam com o rosto descoberto. Nenhum ainda foi preso.
VERGONHA=Aneel desrespeita a Paraíba e falta a audiência para discutir ‘fio preto’ da Energisa
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deu uma demonstração de desrespeito a Paraíba na manhã desta quinta-feira (04). Com uma audiência agendada para acontecer no auditório do Sesi, em João Pessoa, onde seriam discutidos assuntos como a revisão da tarifa de energia no Estado e o escândalo do 'fio preto' da Energisa, os representantes da Agência simplesmente não compareceram ao local do evento e deixaram dezenas de participantes sem explicação.

Um dos interlocutores convidados para debater assuntos de interesse da população no encontro foi o deputado Trócolli Júnior (PMDB) que compareceu ao local, mas a exemplo de tantos outros convidados voltou sem obter respostas sobre os motivos do possível cancelamento de uma audiência que foi publicada, inclusive no Diário Oficial da União.
O parlamentar iria questionar, no evento, o escândalo do chamado 'fio preto' da Energisa denunciado por funcionários terceirizados da própria empresa. As denúncias dizem respeito a uma suposta fraude contra o consumidor simulando prática de "gato" para lesar o cidadão. Os funcionários terceirizados, de acordo com as acusações, teriam que cumprir uma meta na 'fabricação de gatos' para conseguir gerar possíveis lucros para a empresa.
Para a surpresa de Trócolli, funcionários do Sesi informaram que a audiência nunca chegou a ser marcada pelos representantes da Aneel naquele local, embora no próprio site oficial da Agência e nos convites distribuídos o endereço fosse o do auditório do Serviço Social da Indústria. Segundo eles, o legislador não foi o único a se dirigir ao local procurando pelo encontro.
"Foi uma atitude de total desrespeito. Eu só gostaria de saber porque, apesar do convite feito a tantas autoridades, a audiência não aconteceu? Pior, porque ela nunca chegou sequer a ser marcada, como informaram os funcionários do local onde estava marcado o evento? Ou será que diante das denúncias graves feitas contra a Energisa eles desistiram de trazer essas discussões para a Paraíba, já que deviam imaginar que seriam questionados sobre isso?", indagou o legislador.
Além disso, Trócolli levantou mais uma questão que atinge diretamente o consumidor paraibano, a questão do beneficiamento dos grandes empresários que comandam a regulação da energia no país, assim como a Energisa comanda na Paraíba.
"Será que a Aneel serve apenas como cabide de emprego? Será que a sua função é apenas beneficiar os grandes empresários? E como fica a população que, a exemplo do que tem ocorrido na Paraíba, fica a mercê da Energisa e tem que engolir escândalos como os do 'fio preto' denunciados pelos próprios funcionários de lá? É preciso que isso seja investigado", ressaltou o deputado.
domingo, 19 de maio de 2013
VEM AÍ A VII CAVALGADA JOÃO DURÉ

Vem aí 7ª Cavalgada da Integração João Duré, de 9 a 15 de Junho de 2013, saindo de Macaíba-RN até Itabaiana-PB. Comemorando o aniversário dos 107 anos de João Duré. Veja o trajeto da VII Cavalgada:
TRAJETO DA VII CAVALGADA DA INTEGRAÇÃO JOÃO DURÉ
DOMINGO DIA 09/06/2013
SAÍDA: MATA VERDE ( MACAÍBA/RN)
ALMOÇO: VERA CRUZ/RN
PERNOITE: PARQUE SEVERINO DANTAS: LAGOA SALGADA/RN
SEGUNDA-FEIRA DIA 10/06/2013
ALMOÇO: FAZENDA LAGOA DA PALHA: LAGOA DE PEDRAS/RN
PERNOITE: FAZENDA BOMFIM: SERRINHA/RN
TERÇA-FEIRA DIA 11/06/2013
ALMOÇO: FAZENDA MACACO: SANTO ANTONIO/RN
PERNOITE: PARQUE DÍOGENES DA CUNHA LIMA: NOVA CRUZ/RN
QUARTA-FEIRA DIA 12/06/2013
BATE-SELA: LOGRADOURO/PB
ALMOÇO: DUAS ESTRADAS/PB
PERNOITE: FAZENDA MONDÉ: ARAÇAGI/PB
QUINTA-FEIRA DIA 13/06/2013
BATE-SELA: FAZENDA BELA
ALMOÇO: FAZENDA NOSSA SENHORA DAS NEVES/MULUNGU/PB
PERNOITE: FAZENDA UMARÍ: MARI/PB
SEXTA-FEIRA DIA 14/06/2013
BATE-SELA: CALDAS BRANDÃO/PB
ALMOÇO: POSTO CAJÁ II
PERNOITE: FAZENDA CAMPO ALEGRE/SÃO JOSÉ DOS RAMOS/PB
SÁBADO DIA 15/06/2013
BATE-SELA: CHEGADA EM ITABAIANA/PB
Auditor Fiscal da PB é preso em MG com 30 mil comprimidos de rebite
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, na tarde desta sexta-feira (17), um auditor fiscal da Receita Estadual da Paraíba por contrabando. Ele passava pela BR-381, próximo a Pouso Alegre, no Sul de Minas, quando foi abordado por agentes da corporação. No carro do suspeito, os policiais encontraram 30 mil comprimidos de Desobesi, medicamento utilizado por motoristas como rebite.
O produto é usado, principalmente, por caminhoneiros e tem como efeito a inibição do sono. O fiscal, que é funcionário público há 35 anos, assumiu ser dono do material avaliado em R$ 50 mil. Segundo a PRF, ele pegou os medicamentos em São Paulo e seguiria com eles até João Pessoa, na Paraíba.
Além do fiscal, um outro passageiro também foi preso e encaminhados para a Delegacia de Pouso Alegre.
O produto é usado, principalmente, por caminhoneiros e tem como efeito a inibição do sono. O fiscal, que é funcionário público há 35 anos, assumiu ser dono do material avaliado em R$ 50 mil. Segundo a PRF, ele pegou os medicamentos em São Paulo e seguiria com eles até João Pessoa, na Paraíba.
Além do fiscal, um outro passageiro também foi preso e encaminhados para a Delegacia de Pouso Alegre.
Após convenção, presidente nacional do PSDB diz que partido quer Cássio candidato a governador em 2014
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Estadão
Aécio na convenção
O presidente nacional do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Aécio Neves, declarou neste sábado (18), em Brasília que quer o senador Cássio Cunha Lima como candidato a Governador da Paraíba nas eleições de 2014.
"Temos o direito de sonhar. Eu ficaria honrado em ver o colega senador Cássio Cunha Lima como candidato ao Governo do Estado da Paraíba pelo nosso partido em 2014”, disse o senador de Minas Gerais e pré-candidato a Presidência da República, pouco tempo depois de ter assumido a direção nacional do partido durante a convenção tucana, em almoço da comitiva paraibana.
Durante a convenção, ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do ex-governador José Serra, Aécio fez um discurso de candidato e atacou as fragilidades do governo Dilma Rousseff, como a falta de infraestrutura, a volta da inflação, dos problemas da educação, saúde e segurança.
"O PT disse na propaganda que eles deram os primeiros passos, mas os primeiros passos foram dados ainda antes de nós, com a retomada da democracia, a retomada da estabilidade econômica e depois o início da transferência de renda. Tudo isso com a participação do PSDB", afirmou.
Antes da convenção, o senador paraibano Cícero Lucena participou de uma reunião com o ex-presidente Fernando Henrique.
Foto: Antes da convenção
Créditos: @cicerolucena
Aclamado pela militância como "futuro presidente da República", Aécio disse buscar inspiração nos legados de seu avô Tancredo Neves e de tucanos como Mário Covas e Fernando Henrique e Ruth Cardoso no momento em que se completa 20 anos da "maior transformação da história recente do País": o Plano Real. O tucano aproveitou para defender o governo de Fernando Henrique, atacou a usurpação de ideias do PSDB, como a estabilidade econômica e os programas de transferência de renda.
O tucano acusou os adversários de se esqueceram sua história, de se dedicarem a um projeto de poder. "Não queremos a hegemonia do que quer que seja", afirmou. Ele criticou sua relação com a base aliada, dando como exemplo o recente embate entre o Planalto e os aliados na Câmara dos Deputados. "Para que uma base paquidérmica? Para não fazer nada?". Aécio também atacou a relação do governo com o Supremo Tribunal Federal. "Nossos adversários veem atentando contra a democracia, querendo colocar o garrote no Supremo, cercear a imprensa e inibir a livre movimentação das forças partidárias". Aécio também defendeu a realização de reformas que o atual governo não fez.
Não faltaram críticas também à política de alianças do atual governo. "Nunca se viu antes na história do País um nível tão ousado de aparelhamento e compadrio. Este é um governo dos amigos, com os amigos, para os amigos e pelos amigos", acusou. Aécio listou as obras inacabadas do governo. Sobre a Petrobras, Aécio apontou a má gestão, "a maior vítima do aparelhamento das empresas públicas empreendido pelo PT".
Relacionando o partido ao governo que atacou a hiperinflação, que criou a Lei de Responsabilidade Fiscal e que os primeiros programas de transferência de renda do governo federal, Aécio afagou seu rival José Serra e destacou seu trabalho à frente do Ministério da Saúde. O novo líder da sigla também defendeu as privatizações do governo FHC. "Garantimos a abertura da economia, com as privatizações. E abrimos as portas do mercado de consumo a milhões de brasileiros", afirmou.
Em seu discurso, Aécio também focou "nos mais pobres". "Queremos que o cartão do Bolsa Família seja um passaporte para o futuro, não um documento aprisionado ao presente", atacou. "Está na hora de mudar o slogan do governo que diz: 'País rico é país sem pobreza'.O correto seria: 'País rico é país com educação'", emendou. Ele cobrou educação e Saúde de qualidade. Aécio também criticou a atuação do governo Dilma na área da segurança pública. "Chega de remendos, de improvisos, de omissões", afirmou.
União. Durante o evento, que teve o tom de lançamento de campanha presidencial, os tucanos falaram em esgotamento do projeto atual do PT, defenderam a ética na política e pregaram a união do partido em torno de Aécio. "A união é fundamental. Nosso grupo tem que se unir e propor", afirmou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio. O discurso foi seguido pelo governador de Goiás, Marconi Perillo. "Vamos provar para o Brasil que somos capazes, que somos competentes, que temos espírito publico, que sabemos administrar o dinheiro público com parcimônia", defendeu o tucano, que chamou, em várias ocasiões, o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva de "canalha".
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que discursou por mais de 20 minutos e acompanhou o evento ao lado de Aécio, pediu que o PSDB esteja mais próximo da população. "Temos de ouvir o País", recomendou.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sinalizou que os tucanos paulistas apoiarão o mineiro na sucessão presidencial de 2014. Em tom de brincadeira, Alckmin disse que em São Paulo ele (Alckmin) é "acusado de ser o paulista mais mineiro" do Estado e que Aécio é "injustamente" atacado por ser o mineiro "mais carioca". "Se precisar, ele (Aécio) vai ser o mais paulista dos mineiros", afirmou.
O ex-governador de São Paulo José Serra, que chegou na convenção do partido 10 minutos após Aécio, discursou por quase 15 minutos e disse que nunca colocou a paixão à frente da razão em suas decisões políticas. "Com os olhos em 2014 e no futuro do Brasil, continuarei a atuar em favor da unidade das oposições e de quantos entendam que é chegada a hora de dar um basta à incompetência orgulhosa", disparou o tucano, que focou sua fala em críticas ao PT.
"O PT se mostrou incapaz de construir uma economia que possa crescer de maneira sustentável. Ao final do decênio petista, a realidade é o baixo investimento, as obras cada vez mais lentas e cada vez mais caras. O déficit externo crescente, a subida da inflação, a responsabilidade fiscal em risco, a deterioração da infraestrutura, a perda de competitividade e a desindustrialização", observou. Ele afirmou também que "a pior privatização que poderia ocorrer é a privatização do Estado" e defendeu a "reestatização do Estado brasileiro". Vamos buscar convergência, não apenas no PSDB, mas com todos que estejam dispostos a marchar pela decência, liberdade, justiça."
Estadão
Aécio na convenção
O presidente nacional do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Aécio Neves, declarou neste sábado (18), em Brasília que quer o senador Cássio Cunha Lima como candidato a Governador da Paraíba nas eleições de 2014.
"Temos o direito de sonhar. Eu ficaria honrado em ver o colega senador Cássio Cunha Lima como candidato ao Governo do Estado da Paraíba pelo nosso partido em 2014”, disse o senador de Minas Gerais e pré-candidato a Presidência da República, pouco tempo depois de ter assumido a direção nacional do partido durante a convenção tucana, em almoço da comitiva paraibana.
Durante a convenção, ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do ex-governador José Serra, Aécio fez um discurso de candidato e atacou as fragilidades do governo Dilma Rousseff, como a falta de infraestrutura, a volta da inflação, dos problemas da educação, saúde e segurança.
"O PT disse na propaganda que eles deram os primeiros passos, mas os primeiros passos foram dados ainda antes de nós, com a retomada da democracia, a retomada da estabilidade econômica e depois o início da transferência de renda. Tudo isso com a participação do PSDB", afirmou.
Antes da convenção, o senador paraibano Cícero Lucena participou de uma reunião com o ex-presidente Fernando Henrique.
Foto: Antes da convenção
Créditos: @cicerolucena
Aclamado pela militância como "futuro presidente da República", Aécio disse buscar inspiração nos legados de seu avô Tancredo Neves e de tucanos como Mário Covas e Fernando Henrique e Ruth Cardoso no momento em que se completa 20 anos da "maior transformação da história recente do País": o Plano Real. O tucano aproveitou para defender o governo de Fernando Henrique, atacou a usurpação de ideias do PSDB, como a estabilidade econômica e os programas de transferência de renda.
O tucano acusou os adversários de se esqueceram sua história, de se dedicarem a um projeto de poder. "Não queremos a hegemonia do que quer que seja", afirmou. Ele criticou sua relação com a base aliada, dando como exemplo o recente embate entre o Planalto e os aliados na Câmara dos Deputados. "Para que uma base paquidérmica? Para não fazer nada?". Aécio também atacou a relação do governo com o Supremo Tribunal Federal. "Nossos adversários veem atentando contra a democracia, querendo colocar o garrote no Supremo, cercear a imprensa e inibir a livre movimentação das forças partidárias". Aécio também defendeu a realização de reformas que o atual governo não fez.
Não faltaram críticas também à política de alianças do atual governo. "Nunca se viu antes na história do País um nível tão ousado de aparelhamento e compadrio. Este é um governo dos amigos, com os amigos, para os amigos e pelos amigos", acusou. Aécio listou as obras inacabadas do governo. Sobre a Petrobras, Aécio apontou a má gestão, "a maior vítima do aparelhamento das empresas públicas empreendido pelo PT".
Relacionando o partido ao governo que atacou a hiperinflação, que criou a Lei de Responsabilidade Fiscal e que os primeiros programas de transferência de renda do governo federal, Aécio afagou seu rival José Serra e destacou seu trabalho à frente do Ministério da Saúde. O novo líder da sigla também defendeu as privatizações do governo FHC. "Garantimos a abertura da economia, com as privatizações. E abrimos as portas do mercado de consumo a milhões de brasileiros", afirmou.
Em seu discurso, Aécio também focou "nos mais pobres". "Queremos que o cartão do Bolsa Família seja um passaporte para o futuro, não um documento aprisionado ao presente", atacou. "Está na hora de mudar o slogan do governo que diz: 'País rico é país sem pobreza'.O correto seria: 'País rico é país com educação'", emendou. Ele cobrou educação e Saúde de qualidade. Aécio também criticou a atuação do governo Dilma na área da segurança pública. "Chega de remendos, de improvisos, de omissões", afirmou.
União. Durante o evento, que teve o tom de lançamento de campanha presidencial, os tucanos falaram em esgotamento do projeto atual do PT, defenderam a ética na política e pregaram a união do partido em torno de Aécio. "A união é fundamental. Nosso grupo tem que se unir e propor", afirmou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio. O discurso foi seguido pelo governador de Goiás, Marconi Perillo. "Vamos provar para o Brasil que somos capazes, que somos competentes, que temos espírito publico, que sabemos administrar o dinheiro público com parcimônia", defendeu o tucano, que chamou, em várias ocasiões, o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva de "canalha".
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que discursou por mais de 20 minutos e acompanhou o evento ao lado de Aécio, pediu que o PSDB esteja mais próximo da população. "Temos de ouvir o País", recomendou.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sinalizou que os tucanos paulistas apoiarão o mineiro na sucessão presidencial de 2014. Em tom de brincadeira, Alckmin disse que em São Paulo ele (Alckmin) é "acusado de ser o paulista mais mineiro" do Estado e que Aécio é "injustamente" atacado por ser o mineiro "mais carioca". "Se precisar, ele (Aécio) vai ser o mais paulista dos mineiros", afirmou.
O ex-governador de São Paulo José Serra, que chegou na convenção do partido 10 minutos após Aécio, discursou por quase 15 minutos e disse que nunca colocou a paixão à frente da razão em suas decisões políticas. "Com os olhos em 2014 e no futuro do Brasil, continuarei a atuar em favor da unidade das oposições e de quantos entendam que é chegada a hora de dar um basta à incompetência orgulhosa", disparou o tucano, que focou sua fala em críticas ao PT.
"O PT se mostrou incapaz de construir uma economia que possa crescer de maneira sustentável. Ao final do decênio petista, a realidade é o baixo investimento, as obras cada vez mais lentas e cada vez mais caras. O déficit externo crescente, a subida da inflação, a responsabilidade fiscal em risco, a deterioração da infraestrutura, a perda de competitividade e a desindustrialização", observou. Ele afirmou também que "a pior privatização que poderia ocorrer é a privatização do Estado" e defendeu a "reestatização do Estado brasileiro". Vamos buscar convergência, não apenas no PSDB, mas com todos que estejam dispostos a marchar pela decência, liberdade, justiça."
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